Segunda-feira, 17 de Junho de 2013

 

Imagine que não havia religiões

               
 
                   

Segunda-feira, 10 de Junho de 2013

 

À sua imagem e semelhança…

               
 
           

Quinta-feira, 6 de Junho de 2013

 

Procriação medicamente assistida

           
 
           

Terça-feira, 4 de Junho de 2013

 

Crença Religiosa

               
 
              

Sábado, 1 de Junho de 2013

 

Criacionistas

            
 
        

Segunda-feira, 27 de Maio de 2013

 

Católico

           


               

Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

 

Imagine que não havia religiões

              


               

Sexta-feira, 17 de Maio de 2013

 

Realidade

          
 
   

Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

 

How to confuse an idiot

   
 
Idiot photo Idiot_zps2e07d4f6.jpg


                      

Quarta-feira, 8 de Maio de 2013

 

Bendito sois vós...

              
 
     
 

Segunda-feira, 22 de Abril de 2013

 

Imagine que não havia religiões

                   
 
 
                        

Sexta-feira, 19 de Abril de 2013

 

O Pogrom de Lisboa



Faz hoje 507 anos. 
O dia 19 de Abril de 1506 amanheceu pacífico e soalheiro. Na igreja de São Domingos, em Lisboa, a missa dessa manhã decorria provavelmente com a calma modorra do costume. 

Mas, de súbito, a placidez da missa foi interrompida por um estranho fenómeno que se oferecia perante os olhos de todos os fiéis: a imagem do Cristo pregado na cruz que se encontrava sobre o altar estava iluminada por uma estranha e misteriosa luz.


A superstição e a exacerbada crença dos fiéis imediatamente os fez acreditar estar na presença de um milagre: a imagem do Cristo parecia até que irradiava luz própria. 

Todos se ajoelharam em fervorosas preces, em êxtase perante aquele milagre que se lhes oferecia, ali mesmo, à frente dos seus olhos. 


Mas há sempre um desmancha-prazeres em histórias como estas: um dos fiéis mais afoitos logo se apressou a explicar aos seus colegas de missa que a luz nada tinha de misteriosa, pois provinha simplesmente do reflexo de uma candeia de azeite que estava ali próxima. 


E pronto! Caiu o Carmo e a Trindade! 

A primeira coisa que alguém descobriu foi que o chico-esperto era um cristão novo, um judeu convertido à pressa mas, pelos vistos, demasiado depressa. Foi o suficiente para logo dali o arrastarem pelos cabelos para o adro da igreja, onde foi imediatamente chacinado pela multidão dos fervorosos tementes a Deus, e o seu corpo queimado no local. 


O êxtase místico da multidão logo se propagou a toda a cidade. Lisboa parecia ter ela própria enlouquecido. 

Respeitáveis representantes do clero católico saíram dos seus pacatos refúgios de oração e percorriam as ruas de um lado para o outro empunhando crucifixos e gritando: «Heresia! Heresia!». 


A multidão depressa foi engrossando e, ajudada até por marinheiros holandeses e dinamarqueses que se encontravam no porto, iniciou uma gigantesca rusga por toda a cidade. 

Para evitar o caos e a anarquia, sempre más conselheiras, os padres e frades dominicanos tomaram a piedosa responsabilidade de organizar convenientemente o tumulto: judeu ou cristão-novo que era identificado ou apanhado, era imediatamente preso e levado para o Rossio e ali era queimado em gigantescas fogueiras que os escravos municiavam ininterruptamente de lenha. 


Os judeus e os cristãos novos, homens e mulheres, que se refugiavam em casa eram arrancados à força dos seus esconderijos. Até as crianças de berço eram fendidas de alto a baixo ou esborrachadas de encontro às paredes. 

Como mesmo nestas coisas da fé é sempre bom juntar o útil ao agradável, o misticismo assassino daqueles fervorosos e bons católicos não os impediu de pilhar as casas por onde passavam e de ajustar velhas contas com inimigos que muitas vezes nada tinham a ver com o judaísmo. 

Mesmo os que se refugiavam nas igrejas e se agarravam desesperadamente às imagens dos santos eram levados e arrastados à força para o Rossio e queimados vivos. 


A chacina durou dois dias e só terminou por puro cansaço da populaça. Relatos da época falam no sangue que escorria pelas ruas abaixo no Bairro Alto ou na Mouraria. Calculam os historiadores que nesta matança em nome dos mais sagrados princípios e da pureza do catolicismo morreram mais de 4.000 pessoas. 


Tudo, claro, em nome dessa coisa extraordinária que algumas pessoas têm e que tanto se orgulham de ter, que se chama «Fé». 

Tudo feito por bons católicos. 

Tudo em nome de Deus!




Quarta-feira, 17 de Abril de 2013

 

Mutilação Genital Masculina

              
 
             

Terça-feira, 9 de Abril de 2013

 

Cientologia

               
 
            

Segunda-feira, 1 de Abril de 2013

 

Feliz 1º de Abril

      


             

Quinta-feira, 28 de Março de 2013

 

A História da Páscoa

        


       

Sábado, 23 de Março de 2013

 

A Consagração Final

 
 
       

Quarta-feira, 13 de Março de 2013

 

Conclave

         
 
     

Terça-feira, 5 de Março de 2013

 

Idade das Trevas

 
 
           

Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013

 

Arca de Noé

 
 
                          

This page is powered by Blogger. Isn't yours?

Weblog Commenting and Trackback by HaloScan.com